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Mostrando postagens de dezembro, 2025

Pavilhão - Projeto final

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O pavilhão O Pavilhão é formado por barras metálicas e tecidos, retomando os mesmos materiais empregados no não-objeto anteriormente desenvolvido. Sua estrutura busca prolongar e reinterpretar a armação já existente no Parque Municipal, criando uma continuidade poética entre o que já estava ali e o que se acrescenta agora. Pensado para acolher o corpo e convidar ao movimento, o Pavilhão permite múltiplas formas de interação: pode ser vivido como balanço, atravessado como uma cortina de panos ou simplesmente  explorado como um espaço de respiro e descoberta. No topo, o intrecciato de tecidos conforma uma área parcialmente coberta, filtrando a luz e criando uma atmosfera mais íntima. Partindo desses princípios, o projeto do pavilhão foi criado, desenvolvendo: planta, implantação, corte longitudinal e transversal, perspectivas internas e externas e diagramação. DIAGRAMA AXONOMÉTRICO O diagrama evidencia uma composição em que circulação, som, natureza e vazio formam um sistema integrad...

Registros entrega- interação nao-objeto

 youtube.com/watch?si=dEefehfs5RhH5nLv&v=Tzhp7Eoliuk&feature=youtu.be

Processo de desenvolvimento não-objeto no Parque

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Exercício corpo no espaço

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 youtube.com/watch?v=bfHAx05-EAs&feature=youtu.be

Desenhos do local

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Registros inhotim

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Exercício não-objeto

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Local escolhido no parque

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  As formas geométricas sugerindo passagem a a espacialidade em que a estrutura está inserida fizeram com que nosso grupo escolhesse esse local.

Deriva demorada no parque

  https://miro.com/app/board/uXjVJ62PK9A=/

Tentativa de Esgotamento Parque municipal

 Pessoas Caminhando Famílias se divertindo  casais sentados trabalhadores descansando Policiais vigiando a área, observando as pessoas estudantes desenhando e escrevendo gatos deitados postes árvores  pássaros voando cachorros guiados pelos seus donos  idosos sentados grama flores  folhas 

Fichamento Hertzberger

  Conceito de domínio público O domínio público não se resume à posse coletiva de um espaço. Ele é, sobretudo, um  território simbólico , construído pela convivência e pelas relações sociais. Surge do ajuste contínuo entre pessoas, grupos e normas. Relação entre público e privado O que chamamos de “público” não está nos extremos, mas nas  passagens  entre o íntimo e o coletivo. Por isso, são essenciais os  espaços intermediários , como: escadarias externas pátios varandas halls de entrada áreas semiabertas Espaços de transição Essas zonas criam  diferentes níveis de acesso  e pertencimento. Servem como lugares naturais de encontro, conexão e circulação, fazendo a ponte entre o espaço pessoal e o espaço comum. Apropriação e uso Um espaço público só se realiza de fato quando as pessoas  o ocupam e o reinterpretam . Para Hertzberger, é fundamental que os ambientes permitam usos não previstos, dando ao público papel de  coautor  na construçã...

Fichamento Obstáculos para a remoção de Obstáculos?

  Vilém Flusser analisa os   objetos de uso   como elementos contraditórios: eles surgem para facilitar a vida, eliminando dificuldades, mas acabam criando novas barreiras. Esse movimento revela uma dialética própria da cultura: quanto mais desenvolvemos ferramentas e tecnologias, mais elas passam a gerar problemas e limites, ao mesmo tempo em que representam avanço, também restringem ações e condicionam comportamentos. Esses objetos não são apenas coisas materiais. Eles funcionam como  meios de relação entre as pessoas , carregando dimensões comunicativas e intersubjetivas. Toda ferramenta, portanto, influencia a maneira como vivemos juntos e como trocamos significados. Flusser destaca, assim, a  responsabilidade do design . Criar um objeto é também influenciar escolhas, comportamentos e formas de vida. Durante muito tempo, o design esteve focado somente na eficiência e na evolução técnica, deixando de lado a comunicação humana que os objetos deveriam promover....

Fichamento Teoria do não-objeto

  O   não-objeto   é uma forma de arte que não se limita a ser um objeto material ou uma composição estética fechada. Ele existe como uma   presença viva , que só se realiza plenamente no encontro direto entre a obra e quem a observa — um tipo de experiência que envolve percepção, corpo e espaço. Introdução A arte concreta apostava na exatidão, no planejamento rigoroso e na lógica formal. Para Ferreira Gullar, isso afastava a obra da experiência sensível: o artista virava quase um operador técnico, não alguém que cria a partir do impacto do mundo. Ele defendia que a arte precisa recuperar a  vivência fenomenológica , algo que aconteça no tempo, que ocupe o espaço e que produza afeto e presença, não apenas uma forma impecável. O que o “não-objeto” NÃO é Não é representação: Não tenta reproduzir ou imitar nada. Não é imagem de algo. Ele “é”, simplesmente, na relação direta com o espectador. Não é objeto de uso: Não possui função prática. Diferencia-se de ferrament...